HACKSCHOOL

O método que transforma a escola e a cidade em território de aprendizagem.

Conheça o método Faça o teste HackPerfil
O que é

Aprender deixa de ser obrigação e se torna envolvimento genuíno

O Hack School é uma metodologia educacional baseada em desafios. Em vez de organizar a aprendizagem apenas em torno de conteúdos a serem transmitidos, ela organiza a aprendizagem em torno de problemas reais a serem resolvidos — da escola, do bairro, da cidade, da vida dos próprios estudantes.

Hackear, aqui, não tem nada a ver com invadir computadores: hackear é encontrar caminhos criativos e não convencionais para resolver um problema. Hackear a escola é abrir novas rotas de aprendizagem dentro dela — tirando o estudante da cadeira de espectador e colocando-o no centro da ação.

Capa do livro Hack School, de Cleiton Marino Santana — guia prático para educadores
O livro Hack School — o guia prático do método. Saiba mais ↓

"Hack School é a metodologia que transforma a escola em um campo de provas da vida real, onde os estudantes, em grupos, usam tudo o que aprenderam para resolver desafios verdadeiros da sua comunidade."

Os 5 pilares

O que sustenta o método

1

Desafio

O ponto de partida: uma pergunta real, sem resposta pronta.

2

Trabalho em grupo

O formato: na vida, os desafios se resolvem em equipe.

3

Multidisciplinaridade

O conteúdo: todos os conhecimentos, juntos, a serviço da solução.

4

Território

A sala de aula: escola, bairro, cidade, universidade.

5

Protagonismo

O resultado: o estudante levanta, pergunta e constrói.

Como funciona

As peças que fazem a mágica acontecer

Por trás da energia de um Hack School existe uma engenharia precisa. Estas são as peças do motor:

O desafio

A pergunta que liga o motor: a aplicação sai à procura do conteúdo, e não o contrário.

O tempo comprimido

Da maratona clássica de 48 horas ao desafio de uma única aula — a energia mora na contagem regressiva.

As trilhas

O conhecimento organizado em percursos: cada grupo escolhe o problema que conversa com seu perfil.

Encontros improváveis

Grupos formados por perfis complementares: quem pensa, quem cria, quem executa, quem comunica, quem cuida.

O território

O espaço que ensina — e que revela os problemas reais que a sala de aula jamais produziria.

A mentoria

Professores e especialistas ao lado dos grupos: perguntam mais, afirmam menos; apontam caminhos, não destinos.

O percurso próprio

Escolher é o primeiro ato de protagonismo: o estudante decide onde colocar sua energia.

O pitch

Toda edição termina com apresentação pública: uma plateia real que dá destino ao conhecimento.

Os níveis

Da sala de aula à competição nacional

O método cresce em escada: cada nível prepara o seguinte. Qualquer professor pode começar amanhã — e o horizonte é um movimento nacional.

  1. 1Hack Class — uma turma, uma sala: o "tutorial" do método, em uma aula.
  2. 2Hack School — várias turmas, a escola inteira em dia de imersão.
  3. 3Hack Inter — várias escolas juntas, resolvendo problemas do território comum.
  4. 4Hack City — a competição municipal: a cidade inteira vira sala de aula por um dia.
  5. 5Hack State & Hack Nation — as etapas estadual e nacional: a olimpíada brasileira de soluções.
HackPerfil

Descubra o perfil de cada estudante — e monte equipes completas

Antes de toda edição do Hack School, os estudantes fazem o HackPerfil: um teste rápido que identifica, entre 20 perfis em 5 categorias de habilidades (sociais, cognitivas, criativas, de ação e de impacto coletivo), o talento natural de cada aluno.

Com os perfis mapeados, o sistema sugere automaticamente a formação dos grupos pela regra de ouro do método: cada equipe com um perfil de cada categoria — alguém para pensar o problema, alguém para imaginar a solução, alguém para executá-la, alguém para comunicá-la e alguém para garantir que ela faça bem às pessoas.

Fazer o teste HackPerfil
O livro

Hack School — o guia prático para educadores

Capa do livro Hack School, de Cleiton Marino Santana

Tudo o que você precisa para levar o método à sua escola: a origem do Hack School, as bases científicas que o sustentam e o passo a passo completo — com dinâmicas prontas, o teste de perfis HackPerfil e os checklists da sua primeira edição.

De Cleiton Marino Santana — professor premiado, pesquisador e gestor público.

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O que é

A origem do método, dos primeiros hackathons de 1999 à sala de aula brasileira, e os pilares que o sustentam.

Por que funciona

As bases científicas: metodologias ativas, aprendizagem baseada em problemas e as competências da BNCC.

Como aplicar

O passo a passo completo, dinâmicas prontas, o teste de perfis e os checklists para a sua primeira edição.

Quem criou

Cleiton Marino Santana

Cleiton Marino Santana, criador do método Hack School, sorrindo, de camisa branca

Professor, pesquisador e gestor público. Vencedor do Prêmio Professores do Brasil com um projeto social de xadrez na periferia de Mato Grosso, teve sua trajetória contada no livro A Jornada do Mestre (Editora BUZZ). De professor a Secretário de Educação, Cultura e Esporte de Várzea Grande e Superintendente de Desenvolvimento Científico, Tecnológico e Inovação da SECITECI-MT, uniu as duas pontas da sua história — a educação e a inovação — para criar o Hack School.

"Nenhuma peça transforma o jogo parada. É preciso mover."